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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Razer lança mouse sem fio que nunca precisa ser recarregado no Brasil

Razer lança mouse sem fio que nunca precisa ser recarregado no Brasil

(Foto: Reprodução)
Mouses sem fio são cada vez mais comuns, caindo no gosto do público pela liberdade de movimentação que oferecem. A contrapartida é que eles dependem de pilhas ou baterias internas, de modo que a energia pode acabar bem na hora mais importante. O novo mouse da Razer recém-lançado no Brasil acaba com essa inconveniência dos mouses sem fio.


O modelo em questão é o Mamba Hyperflux, que aproveita as últimas tecnologias de recarga sem fio. Para nunca ficar sem bateria, ele puxa a energia diretamente de um mousepad específico, que é vendido junto do mouse. A base deve ser mantida conectada a uma fonte de energia constante por fios, então o sistema não está totalmente livre de cabos.


O mousepad utiliza um campo magnético para transmitir energia para o mouse em tempo real, dispensando o uso de uma bateria interna no periférico, tornando-o mais leve e, consequentemente mais rápido, o que pode ser uma vantagem para o público-alvo da Razer, que são os jogadores de PC.

Uma preocupação que esse público pode ter é se o mouse não vai desligar automaticamente ao se afastar alguns milímetros ou centímetros do mousepad, o que pode atrapalhar quem joga de forma um pouco mais agressiva. Segundo a Razer, ainda que não tenha bateria, o Mamba possui capacitores internos que permitem armazenar um pouco de energia para que o mouse continue funcionando por até 10 segundos afastado da base.

No entanto, o kit não sairá barato. O produto foi revelado na CES deste ano com o preço sugerido de US$ 250, mas chega ao Brasil custando R$ 1.500, como um kit que inclui o mouse e o teclado.

A Razer havia informado no início do ano que a tecnologia Hyperflux para recarga sem fio não será exclusiva deste modelo específico de mouse. A empresa também pretende lançar outros mouses que também não dependam de pilhas ou bateria interna para continuar funcionando.

Olhar Digital
87% são favoráveis à redução da maioridade penal

87% são favoráveis à redução da maioridade penal

Segundo pesquisa realizada pelo Datafolha, percentual é o maior já registrado desde 2003
Maioria dos brasileiros é a favor da redução da maioridade penal (Marcelo Camargo/Agência Brasil/)
Um levantamento realizado pelo Datafolha, instituto de pesquisa do Grupo Folha, apontou que 87% dos brasileiros são a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.


De acordo com a pesquisa, o percentual é o maior já registrado na comparação com estudos anteriores sobre o mesmo tema. Nos anos de 2003 e 2006, pesquisas apontaram que 84% eram a favor da redução da idade.

Ainda segundo o Datafolha, os que são contras a mudança somam 11% – mesmo percentual da última pesquisa. Indiferentes e que não souberam responder totalizam 2%.

Em algumas regiões do país, como Centro-Oeste e o Norte, o percentual de pessoas favoráveis à redução da maioridade penal ultrapassa 90%.

Já a maior rejeição à proposta, de acordo com o levantamento, está entre pessoas mais escolarizadas, 23%, ou com renda superior a dez salários mínimos, 25%.

A pesquisa do Datafolha foi realizada na última semana, entre os dias 9 e 10 de abril, e ouviu 2.874 pessoas de 171 cidades diferentes.



A PEC

No final de março, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou por 42 votos a 17 a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171, de 1993, que defende a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Com a decisão, a partir de então será criada uma comissão especial que debaterá o assunto por cerca de 40 sessões antes que o tema seja levado ao plenário. Antes de passar a vigorar, a proposta terá que ser votada na Câmara e no Senado.

A PEC que defende a redução usa até mesmo trechos da Bíblia para justificar o pedido de mudança na lei. O documento de duas páginas em três momentos diferentes faz menção a trechos bíblicos.

Um deles, do Antigo Testamento, fala sobre a responsabilidade da alma sem que a idade seja levada em consideração: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez. 18).

“A partir da capacidade de cometer o erro, de violar a lei surge a implicação: pode também receber a admoestação proporcional ao delito – castigo”, afirmou ainda o documento.

Em um segundo momento, a PEC também menciona Davi, um personagem bíblico jovem, responsável e completamente capaz de combater o inimigo quando necessário.

Por fim, o documento ainda traz uma passagem de Salomão: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele”. Presumindo que uma criança quando educada na época certa nunca precisará ser punida quando mais velha.

Por Daniela Barbosa | Exame
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