Pastor que teve esposa grávida estuprada e morta perdoa assassinos

quinta-feira, novembro 26, 2015
Davey Blackburn diz que escolheu o caminho do perdão
por Jarbas Aragão
Pastor perdoa assassinos de sua esposa
O assassinato de Amanda Blackburn, 28 anos, teve grade repercussão nos Estados Unidos por dois motivos distintos. Primeiramente por que ela era muito jovem e estava grávida. Depois, por que seu marido, o pastor Davey Blackburn afirmou que perdoava os seus carrascos, Larry Taylor, 18, e Jalen Watson, 21.

Quase imediatamente a mídia focou o assunto e, surpreendentemente o pastor Jesse Lee Peterson veio a público chamar Davey de “fraco”. Segundo ele, os assassinos de Amanda não estavam pedindo perdão. Portanto, seu colega pastor não deveria “oferecer isso”.

Nos próximos meses, o pastor Blackburn, precisará conciliar as obrigações como pai solteiro, liderar a igreja, e tentar explicar ao mundo sua opção. Ele e a esposa saíram da Carolina do Sul para Indiana em 2012, atendendo o convite para assumir a liderança da Igreja Resonate na capital Indianápolis.

Em 10 de novembro, dois assaltantes invadiram sua casa, quando ele estava fora. Segundo a polícia, Amanda foi estuprada e depois baleada na cabeça. Chegou com vida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte. A filha do casal se chamaria Everette “Evie” Grace Blackburn, também acabou morrendo.

O pastor Davey deixou uma longa mensagem na página do Facebook da Igreja Resonate. Poucos dias após a tragédia, ele afirmou: “Apesar de tudo dentro de mim querer odiar, ser tomado pela raiva e me entregar ao desespero, eu escolho o caminho do perdão, graça e esperança. Se aprendi algo com Amanda nos 10 anos que estivemos juntos, foi: Escolher deixar minhas emoções conduzirem minhas decisões é a receita para uma vida inútil e sem esperança”, disse ele.

“Hoje eu estou optando pelo amor, não pelo ódio. Hoje eu estou decidindo estender o perdão e não a amargura. Hoje eu estou decidindo pela esperança, não pelo desespero. Pelo poder de Jesus que age em nós, o melhor ainda está por vir. Mesmo quando não consigo ver isso, acredito que é verdade”, asseverou.

Este é o segundo caso de perdão público a virar debate na mídia americana. Em julho, o templo da Metodista Africana Emanuel, foi palco do assassinato de 9 pessoas nas mãos de Dylann Roof, de 21 anos. Os familiares das vítimas disseram que o perdoavam e que ele precisava se encontrar com Deus. Com informações de Gospel Herald

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