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Após governo Macri reduzir impostos e gastos estatais, inflação diminui na Argentina


Após adotar uma estratégia liberal de redução da impressão de dinheiro feita pelo estado – por meio da redução do principal motivo para que ela ocorra, os gastos do estado – e redução de impostos e burocracia para destravar setores importantes da economia argentina como a agropecuária e a mineração, o governo do presidente Maurício Macri começa a colher os primeiros frutos.

De acordo com os primeiros dados oficiais de inflação – manipulados por nove anos pelo governo da socialista Cristina Kirchner e trazidos novamente à realidade pelo governo Macri – colhidos na província de San Luis, a inflação segue alta – 2,7% em fevereiro – mas diminuiu drasticamente em comparação com dezembro (6,5% no mês) e janeiro (4,2% no mês). A inflação acumulada em 12 meses está em 36% – ainda acima da meta do governo Macri deste ano (25%) – mas o governo acredita que a mesma irá cair ainda mais no segundo semestre, alcançando a meta estipulada para este ano de ajuste na economia argentina.

Como informou o próprio Macri seguidas vezes em entrevistas, expondo sua visão liberal, "o principal culpado pela inflação é um governo que gasta mal e mais do que pode. A emissão de moeda pelo governo é a responsável pela inflação". Como se vê, a solução dos problemas econômicos começa com o correto entendimento de suas causas.

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