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Avanço de desemprego perde força no País, segundo indicador da FGV

Índice da Fundação Getulio Vargas sugere que taxas de desocupação começam a recuar
Expectativas de contratação melhoraram para o segundo semestre do ano
O mercado de trabalho começa a dar os primeiros sinais de melhora. Dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgados nesta quarta-feira (6), mostram que o avanço do desemprego tem perdido força.

Em junho, o indicador antecedente de emprego, que mede o ímpeto de contratações para os próximos três meses e a situação dos negócios para os próximos seis meses, apresentou avanços. Comparado a maio, houve crescimento de 3,5%.

Com esse desempenho, o indicador chegou a 82,2 pontos, o maior nível desde abril de 2014, quando foi registrado 83 pontos.

Na prática, isso significa que as empresas devem voltar a contratar a partir deste segundo semestre ou pelo menos parar com as demissões. Essa foi a quarta alta consecutiva no indicador.

“A evolução dos Indicadores de Mercado de Trabalho nos últimos meses vem sinalizando que as empresas estão calibrando o ritmo de ajuste de seus efetivos de mão de obra”, observou Itaiguara Bezerra, economista da FGV. “Começam a mostrar uma atenuação do ritmo de queda do emprego”, afirmou.

Otimismo das famílias

A percepção das famílias em relação ao mercado de trabalho também começa a mudar. O brasileiro está mais otimista e avalia que o ritmo de demissões diminuiu. O indicador coincidente de desemprego da FGV mede essa percepção.

Na comparação entre maio e junho, houve uma queda de 1,9% nesse indicador, e, segundo a FGV, isso “sugere redução no ritmo de alta da taxa de desemprego em relação ao ano passado”.


Fonte: Portal Brasil, com informações da FGV

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