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Avião com 118 pessoas a bordo é sequestrado na Líbia

Tropas maltesas atuam no sequestro de avião líbio
Foto: Darrin Zamit-Lupi/Reuters
Um avião que fazia um voo interno na Líbia foi sequestrado e desviado para Malta, onde pousou nesta sexta-feira (23). O Airbus A320 da companhia aérea estatal Afriqiyah Airways estaria com 118 pessoas a bordo, segundo a imprensa local.

A coordenação das operações de serviços de segurança informou que o avião ia de Sabha para Tripoli, disse o primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, em seu perfil no Twitter. Segundo ele, 111 passageiros, 82 homens, 28 mulheres e uma criança. O Airbus estaria com sete tripulantes. A pequena ilha de Malta fica a 500 quilômetros da costa da Líbia.

Pouco depois das 11h20, o primeiro-ministro de Malta informou pelo Twitter que as negociações com os sequestradores avançavam e que um grupo de 65 passageiros já havia sido liberado.
Primeiro grupo de passageiros, com mulheres e a única criança a bordo, é liberado
Por volta das 9h30 (horário oficial de Brasília), o aeroporto internacional de Malta confirmou uma "interferência ilegal" no local. "Equipes de emergência enviadas", comunicou em seu perfil no Twitter.

A agência de notícias Reuters destaca que o Airbus teria sido sequestrado por um homem que dizia ter uma granada de mão. De acordo com o portal "Times of Malta", dois sequestradores ameaçaram explodir o avião. Ainda não se sabe quais são as exigências e todos os voos foram cancelados ou desviados.

Uma autoridade de segurança líbia disse à Reuters que o piloto disse à torre de controle do aeroporto de Mitiga, em Trípoli, que a aeronave havia sido sequestrada durante o voo. "O piloto relatou à torre de controle em Trípoli que eles haviam sido sequestrados, então perderam comunicação", disse a autoridade, falando sob condição de anonimato.


Mais cedo-- 8h30 no horário de Brasília, o primeiro-ministro de Malta publicou que um voo interno líbio havia sido desviado para Malta numa possível situação de sequestro. "Operações de segurança e emergência em espera".

Fonte: UOL

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