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Secretário da Juventude de Temer desafia o politicamente correto e diz, sobre mortes em presídio: “tinha que matar mais”


Ao comentar o massacre cometido pelas facções em Manaus, o secretário nacional de Juventude, Bruno Júlio (PMDB), diz que “tinha era que matar mais”, conforme o G1.

“Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia, né? Tinha era que matar mais. Tinha que fazer uma chacina por semana.”

Filho do ex-deputado federal Cabo Júlio (PMDB) – hoje deputado estadual em Minas – Bruno Júlio é também presidente licenciado da juventude do PMDB. Hoje ele ocupa o cargo de Secretário da Juventude do governo Michel Temer.

Ele compara o massacre de presos em Manaus com o massacre em Campinas, quando 12 pessoas foram mortas pelo ex-marido de uma das vítimas, que se matou em seguida.

“Isso que me deixa triste. Olha a repercussão que esse negócio que o presídio teve e ninguém está se importando com as meninas que foram mortas em Campinas. Elas, que não têm nada a ver com nada, que se explodam. Os santinhos que estavam lá dentro, que estupraram e mataram: Coitadinhos, oh, meu Deus, não fizeram nada! Para, gente! Esse politicamente correto que está virando o Brasil está ficando muito chato. Obviamente que tem de investigar, tem que ver..”

Bruno Júlio defende que se deve separar os presos por tipo de crime e periculosidade. Cita experiência na área: “Trabalhei na Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) em Minas. Tem muita gente que consegue mudar de vida.”

Fonte: Jornal Livre

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