Vídeo: presos do PCC são mortos na maior rebelião da história do Amazonas

segunda-feira, janeiro 02, 2017
Reprodução
Na tarde de domingo (1), seis integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, a PCC, rival da FDN foram decapitados, os corpos foram jogados para o lado de fora do presídio. Os reféns, entre eles agentes penitenciários, começaram a ser liberados na noite de domingo (1).

Houve também fuga em massa no Instituto Prisional Antônio Trindade (IPAT), onde quase 100 presos fugiram. A última informação era de que 9 deles foram recapturados.
Representantes do direitos humanos do estado, a cúpula da Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar foram os responsáveis por negociar a rendição dos detentos.
Nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (2), os detentos líderes da ação, integrantes da facção criminosa Família do Norte, a FDN, negociaram a entrega do presídio às autoridades responsáveis. Todos os reféns foram libertados, as forças policias tem o controle do presídio, mas a Secretaria de Segurança aguarda o domínio total da situação para divulgar o fim da rebelião.

Representantes do direitos humanos do estado além da cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e da Polícia Militar foram os responsáveis por negociar a rendição dos detentos.

Uma barreira da policial foi montada na entrada do Compaj para conter a movimentação de familiares de detentos que estão em busca de informações. Até uma corrente de oração se formou durante a madrugada em frente ao presídio.


Não se sabe ao certo quantos mortos a rebelião já deixou, essas informações ainda não foram divulgadas nem pela Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), nem pela SSP, mas de acordo com o policial Tales Renan, da 8ª Cicom, que comanda policiamento na área externa da presídio, uma remoção de corpos começou às 6h da manhã e seis viaturas do Instituto Médico Legal (IML), já saíram do local. A estimava é de que aconteceram aproximadamente 80 mortes. Em entrevista a uma rádio o secretário de segurança Sérgio Fontes, falou em até 60 corpos encontrados nesta manhã no complexo penitenciário. A reportagem tentou entrar em contato com o IML, mas não obteve resposta.

As portas do IML amanheceram fechadas, os agentes do instituto não permitiram a entrada de jornalistas ou de familiares das vítimas. Um funcionário que não quis ter o nome divulgado revelou que as medidas foram tomadas na tentativa de evitar confusões e até mesmo represálias.


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