Caos e violência no ES reabrem debate sobre lei autoritária que desarmou cidadãos

quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Em 2005 o Brasil enfrentou um referendo sobre o desarmamento, e na campanha o governo, na época com Lula no comando, se aliou a grandes empresários e artistas globais para induzir a população a votar pelo fim do direito a posse de armas. Mesmo assim não funcionou. Na hora do voto, dois terços da população optaram por continuar com seus direitos garantidos.

Contudo, a campanha foi uma fraude. Nas “letrinhas miúdas” da lei a restrição estaria lá de qualquer jeito, e desde então se tornou praticamente impossível para o cidadão comum comprar uma arma de forma legalizada. Para os bandidos, é claro, esse direito foi mantido. Eles continuam se armando com o que querem e sem nenhum tipo de restrição.

A atual situação no Espírito Santo, agravada com a greve da Polícia Militar, trouxe esse assunto de volta à pauta. Se o Estado é quem protege o cidadão, em sua ausência como é que o cidadão faz para se proteger? Como as pessoas vão proteger suas vidas na ausência da polícia?

Os capixabas estão vivendo no inferno, e tudo isso graças ao monopólio estatal da Segurança Pública aliado a uma política agressiva de restrição de armas. Para os cidadãos corretos não sobram alternativas.

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