CHOCANTE: Menina é estuprada ao vivo no Facebook, várias pessoas assistem e ninguém faz nada!

terça-feira, março 21, 2017

De acordo com as informações divulgadas no site DN, uma jovem de 15 anos foi alegadamente abusada sexualmente por cinco ou seis homens ou jovens durante um vídeo transmitido no Facebook Live, ao qual assistiram 40 pessoas que não fizeram qualquer denúncia à polícia.

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Segundo o Departamento da Polícia de Chicago, nos Estados Unidos da América, é a segunda vez nos últimos meses que a polícia investiga um aparente ataque divulgado direto pelo Facebook.

Em janeiro, quatro pessoas foram detidas depois de filmarem um homem com necessidades especiais sendo espancado.

A polícia só soube do último ataque quando a mãe da menina falou com o chefe do departamento da polícia, o superintendente Eddie Johnson, segunda-feira à tarde, informou o porta-voz do departamento, Anthony Guglielmi.

A mãe informou a polícia que a filha tinha desaparecido domingo, mostrando fotografias do ataque sexual.

Depois de investigarem, os detetives encontraram hoje a jovem, que foi entregue à família.

À polícia, a jovem disse que conhece pelo menos um dos seus alegados atacantes.

Nenhuma detenção foi feita até ao momento.

Segundo o site Wikipédia, estupro, coito forçado ou violação é a prática não consensual do sexo, imposto por meio de violência ou grave ameaça de qualquer natureza por ambos os sexos. Ele consiste em qualquer forma de prática sexual sem consentimento de uma das partes, envolvendo ou não penetração. Ainda que o estupro vitime ambos os sexos, as mulheres são as vítimas historicamente mais atingidas. A maior parte do corpus jurídico mundial caracteriza o estupro como um crime sexual no qual há penetração.


Até 1975, época em que a feminista norte-americana Susan Brownmiller lançou seu livro Against Our Will: Men, Women, and Rape, obra esta que se tornaria um marco na defesa pelos direitos femininos, havia a ideia de que a mulher poderia ter contribuído com o estupro, caso não tivesse tentado resistir. Assim, até então, quando uma mulher era violentada, tinha de provar que havia tentado resistir.

Fonte: Pensa Brasil | DN
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