Feministas gaúchas protestam urinando no chão da Universidade Federal de Pelotas

terça-feira, março 14, 2017

O saguão de entrada ao Instituto de Ciências Humanas (ICH) da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) foi palco de um ato de estudantes feministas. A manifestação contou com jovens sem roupas ou seminuas e teve como objetivo chamar a atenção para a violência contra a mulher e protestar contra o androcentrismo. O ato provocou a suspensão das aulas no ICH.

Pelo menos dez jovens dançaram e cantaram, encenaram situações de violência contra mulheres, como estupros, espancamentos e feminicídio. Algumas urinaram em baldes e jogaram nas paredes do prédio do instituto para protestar contra homens que urinam nas ruas. Outras consumiram bebidas alcoólicas durante o protesto e há relatos de uma jovem que teria se masturbado na rua.

Em uma postagem no Facebook, o Grupo Auto Organizado de Mulheres da UFPEL, que reivindicou o ato, declarou que a manifestação foi uma demonstração de “resistência” e serviu como “instrumento de arte” para divulgar a causa e a luta. Em um dos trechos, o grupo ironizou a reação das pessoas diante do protesto que “provocou desconforto em alguns, êxtase em outros e raiva — expressas em deboches, xingamentos e agressões físicas”.

“Aterrorizadas as pessoas não compreendiam, porque ‘meninas’ sem roupas, gritavam e urinavam em baldes — cena deprimente — ouvíamos a todo instante. Deprimente é a realidade dos fatos que apontam que nós mulheres somos expostas diariamente a homens urinando em público, mas isso é normativo em uma sociedade da normose, da doença da normalidade (sic)”, diz o texto da publicação.

Nas redes sociais, a repercussão foi grande. Muitas pessoas foram contrárias ao ato: “Isso não foi um protesto, foi um ato de vandalismo. Quiseram chamar atenção e conseguiram, mas vocês não estão sendo vistas como mulheres que estão lutando por direitos e sim por um grupo de baderneiras e ainda sujam o nome da nossa universidade.”


Uma mulher, também contrária ao ato, disse: “Não representam os direitos das mulheres, isso não é ser mulher. Não preciso fazer esse tipo de coisa pra fazer valer meus direitos. Deplorável!”

Que fique bem claro: FEMINISTAS NUNCA NOS REPRESENTARAM.

As feministas mais uma vez fazem atos nojentos compatíveis com a personalidade de uma feminista. E quem paga mais uma vez é o povo. Mais uma vez isto se origina no Rio Grande do Sul, provavelmente o estado mais feminista do Brasil.


Destaque

Inscreva-se no nosso canal do Youtube!

Veja Também

Acidentes (668) Altamira (967) Anapu (48) Belo Monte (221) Belo Sun (13) Brasil (1689) Brasil Novo (636) Celebridades (83) Ciência (180) Cinema (69) Clima e Tempo (40) Curiosidades (790) Desaparecidos (10) Eleições (184) Esporte (72) Governo Federal (320) Ibama (56) Imprensa (110) Internet (350) Itaituba (168) Justiça (636) Marabá (38) Medicilândia (163) Mundo (785) Música (126) Norte Energia (186) Novo Repartimento (23) Pacajá (39) Pará (798) Placas (44) Polícia (2037) Política (1070) Porto de Moz (25) Religião (536) Rurópolis (69) Santarém (204) SBT (293) Souzel (35) Tecnologia (220) Televisão (352) Transamazônica (345) Tucuruí (40) Uruará (296) Vitória do Xingu (124)