Justiceiro do Pará aterroriza ladrões e mata 30 bandidos em uma noite

sexta-feira, março 17, 2017

Um justiceiro anônimo está aterrorizando criminosos na capital do Pará. Segundo informações, ele já teria matado 30 bandidos, e a polícia ainda não conseguiu descobrir a sua identidade.

Iniciou-se essa onda de mortes contra os bandidos desde o dia cinco de Janeiro deste anos, quando assumiu o papel de justiceiro da capital Belém.

Ele só aparece durante a noite em uma moto, mata ladrões e assaltantes, e ainda consegue evitar arrombamentos. A última vítima do justiceiro foi um bandido que estava em um posto de gasolina.

Muito vem se especulando sobre a identidade do motoqueiro justiceiro. Alguns dizem que ele é um aluno de direito, e outros falam que ele seria um policial militar.

A secretaria de Segurança Pública do Pará já registrou 30 pessoas assassinadas na região metropolitana de Belém.

As mortes aconteceram horas depois que o policial militar Rafael da Silva Costa foi assassinado durante uma perseguição a suspeitos de um assalto no bairro da Cabanagem, periferia de Belém. Atingido por um tiro na cabeça, o policial chegou a ser levado para o Hospital Metropolitano, em Ananindeua, mas não resistiu aos ferimentos.

O secretário de segurança adjunto do Pará, Coronel Hilton Benigno, confirmou que dos 30 assassinatos, 25 tinha características de execução. E confirma que os crimes podem ter ligação com a morte do policial. “A gente leva em consideração a possibilidade de que os crimes sejam uma reação à morte do policial. Mas ainda não podemos afirmar isso com clareza”, afirma o secretário.

Algumas mensagens repudiam a maneira de agir do justiceiro: “até pra cometer nossos crimes tem que ter sorte porque querem nos pipocar, não parece mais antigamente que era época boa, nós roubava e dava nada, mas eu sou ladrão solto e não darei bobeira”.

Até agora, o justiceiro tem dado sorte e só aparece para evitar crimes contra a população.

Com toda essa violência é possível que apareçam muitos querendo ser super heróis como.


Por Gleyson Araujo com informações da Folha Livre

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