Manifestantes de esquerda vaiam o nome de Jesus durante oração pública

quarta-feira, março 01, 2017
Capelão e senador foram ridicularizados por demonstrarem sua fé


Um grupo de manifestantes de movimentos de esquerda ficou enfurecido enquanto um capelão fazia uma oração em nome de Jesus durante uma reunião na prefeitura de Metairie, em Louisiana, organizada pelo senador Bill Cassidy.

O grupo começou a demonstrar sua contrariedade logo que o capelão do Estado de Louisiana, Michael Sprague, começou a falar. Entre vaias e xingamentos, ele permaneceu firme e continuou fazendo a oração, que terminou com um “em nome de Jesus”. Foi então que os protestos aumentaram.

Segundo a imprensa, haviam cerca de 180 pessoas fazendo manifestações dentro e fora da prefeitura. A maioria se identificava como eleitores de Hillary e defendem a manutenção do programa “Obamacare”.

Não é a primeira vez que esse tipo de manifestação é feita em repartições públicas nos últimos meses. Em quase todas elas, os organizadores apoiavam o presidente Donald Trump. O caso que mais chamou atenção foi quando a primeira-dama Melania orou um Pai-Nosso em um encontro na Flórida na semana passada.

Durante vários dias a situação foi usada como exemplo de como é preciso fazer separação entre Igreja e Estado, ainda que Trump não tenha modificado nenhuma lei nesse sentido desde que tomou posse.

Os principais meios de comunicação do país estão dando espaço para as manifestações contra qualquer situação que envolva apoiadores de Trump.

No caso da Louisiana, o capelão Sprague fez uma oração mantendo uma tradição que existe desde que a prefeitura foi construída.

“Ore em seu próprio templo. Este é o nosso templo”, gritou um dos manifestantes. “Separação de igreja e Estado”, exigia outro, aos berros. Ao fundo, é possível ouvir alguém chamando por “Lúcifer”.

O vídeo com o protesto foi mostrado em cadeia nacional de televisão pelo canal Fox News. Estranhamente, esse mesmo grupo de pessoas ligadas a movimentos de esquerda vem batendo na tecla que o presidente ensina “intolerância” e que o país precisa de “mais amor”.

Em entrevista à imprensa, Sprague lamentou: “Eu nunca passei por uma situação como essa, é triste não haver honra nem respeito por Deus.”

O senador Cassidy disse que o encontro era para o debate de questões como saúde e imigração, mas que ele teve muita dificuldade em conduzir a conversa, por que era vaiado praticamente o tempo todo.

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