Mulher que ensinava ex-presidiários a ler e escrever, é morta por um deles

terça-feira, março 21, 2017
A vítima foi encontrada seminua, amarrada com correntes que prendiam pés e mãos, todas fechadas com cadeados



De acordo com a família, Simone de Moura Facini Lopes, de 31 anos, foi a uma chácara para alfabetizar e dar ensino religioso a um dos moradores, que era ex-presidiário e está sumido desde o dia do crime.

A vítima frequentava a chácara há cerca de quatro meses. Segundo a família, ela ensinava um ex-presidiário de 64 anos a ler e a escrever. No domingo (12), dia em que foi morta, era dia de ensino religioso. Segundo os familiares, ela saiu de casa às 11h e no final da tarde ainda não tinha voltado. A família ficou preocupada e o marido foi até a chácara, mas o crime já tinha acontecido.

Segundo o boletim de ocorrência, Simone estava seminua e foi amarrada com correntes que prendiam pés e mãos, todas fechadas com cadeados. A vítima ainda tinha ferimentos graves na cabeça. Uma marreta com marcas de sangue, possivelmente usada no crime, foi apreendida.

Segundo a polícia, outro homem, de 47 anos, frequentava o local e foi quem chegou primeiro na cena do crime e chamou a polícia. Ele entregou aos investigadores a marreta. Já o aposentado que recebia a ajuda de Simone não estava no local e continua desaparecido.

Homem de 47 anos, preso suspeito do estupro e morte da jovem

A polícia prendeu o suspeito identificado como Juvenal Pereira dos Santos, de 47 anos, próximo a chácara que a jovem foi morta. No local, ele morava com outro homem, de 64 anos, que ainda está desaparecido desde o dia do crime e também é considerado suspeito pela polícia. Apesar de negar ser o autor, para a polícia foi Juvenal quem matou Simone de Moura Facini Lopes, de 31 anos.

“Várias coisas relacionam ele ao crime. O suspeito é dono da corrente, com qual a vítima estava amarrada. Ele é dono dos cadeados. Coisas que foram passadas pela polícia não estão batendo. A arma do crime pertence ao suspeito. Todas as provas apontam para ele até o momento. Juvenal alega que é o outro suspeito o autor do crime, mas fora a alegação não tem nada que relaciona o homem desaparecido ao crime, apesar da carta de amor encontrada”, afirma o delegado Alceu Lima de Oliveira Júnior.

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