STF QUER IMPOR IDEOLOGIA DE GÊNERO NAS ESCOLAS DE TODO O PAÍS

quarta-feira, junho 21, 2017
Em decisão que afronta a vontade da maioria da população e a autonomia dos municípios brasileiros, o ministro Luís Roberto Barroso do STF mandou suspender lei aprovada no município de Paranaguá-PR que proibia a adoção da ideologia de gênero nas escolas públicas da cidade. A decisão atende demanda da Procuradoria Geral da República, que vem há meses se empenhando em garantir, por meio de força judicial, o ensino dessa excrescência esquerdista chamada ideologia de gênero em todas as escolas do país, à revelia da vontade expressa da maioria das famílias brasileiras.


A ação da Procuradoria Geral da República em favor da ideologia de gênero e endossada pelo ministro Barroso constitui-se no exemplo cristalino do ativismo judicial ideologicamente motivado que tomou conta das instituições do estado brasileiro, em particular as instituições da área da justiça. Um ativismo que se propõe a cumprir uma agenda ideológica de inspiração marxista esquerdista e amparada em resoluções e diretrizes da ONU, às quais o estamento burocrático brasileiro se submete sem pestanejar, ferindo nossas próprias leis e nossa soberania.

Em sua decisão, o ministro argumenta que somente a União teria competência constitucional para legislar sobre diretrizes educacionais. Uma afirmação que vai frontalmente contra o preceito constitucional do federalismo, que estabelece ser o Brasil uma união de estados e municípios. O ministro argumenta também que a ausência de ensino da ideologia de gênero nas escolas viola o princípio constitucional que estabelece a proteção de crianças e adolescentes.

Trata-se obviamente de um argumento baseado numa interpretação subjetiva motiva pelo desejo de cumprir uma agenda ideológica, pois a doutrina da chamada ideologia de gênero não surgiu para proteger crianças adolescentes. Pelo contrário, ela surge como mecanismo para dar respaldo à violação da intimidade de crianças e adolescente sob o pretexto falacioso de prepará-las para o que o ministro chama de dimensão fundamental da experiência humana. Um palavreado que apenas esconde a intenção induzir comportamentos para dessa forma agredir e atacar frontalmente a instituição da família.

A decisão foi de caráter liminar e ainda irá a plenário. Essa decisão de Barroso e outras semelhantes tomadas por integrantes da suprema corte do país, como a tentativa e legalização do assassinato de fetos e a adoção de cotas raciais, evidencia mais uma vez que o problema real do país vai muito além da corrupção: a raiz dos problemas do país está na mentalidade revolucionária esquerdista presente em praticamente todos os órgãos de estado, fruto de décadas de uma estratégia bem-sucedida da esquerda de promover a ocupação de espaços nessas instituições, seguindo as lições de Antonio Gramsci.

Para a direita conservadora, resta o desafio de compreender que não basta limitar a luta política ao exercício retórico do antipetismo ou mirar unicamente no combate à corrupção, ainda que esse combate seja uma de nossas prioridades. Cabe à direita também fazer o enfrentamento ao estamento burocrático não pelo fato de ele ser em grande parte corrupto, mas pelo fato de ele estar comprometido com a imposição de uma agenda ideológica que é contrária à índole da maioria dos brasileiros e contrária à nossa soberania como nação.

No vídeo abaixo, a Dra. Beatriz Kicis também comenta sobre a decisão do ministro Barroso.



Por Paulo Enéas  Crítica Nacional
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