Santander chama críticos de “intolerantes e deturpadores da informação”

quinta-feira, setembro 14, 2017
Comunicado interno do Santander chama críticos de intolerantes e deturpadores.
Obra da exposição "Queermuseu" desrespeitando o cristianismo.
O presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, enviou um comunicado interno aos funcionários do banco criticando o cancelamento da exposição no Santander Cultural, em Porto Alegre.

No comunicado o presidente do banco chama os críticos de “intolerantes e deturpadores da informação”.
A exposição “Queermuseu – Cartografias da diferença na arte brasileira”, foi cancelada após protestos de diferentes grupos conservadores.

A amostra teve início em 15 de agosto e deveria ir até 8 de outubro, mas foi encerrada no último sábado (9), devido aos protestos nas redes sociais.

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O texto em que o presidente do banco critica os grupos contrários a amostra foi divulgado nas redes sociais e teve sua autenticidade confirmada pela assessoria de imprensa.

No documento, Sergio Rial diz que as críticas nas redes sociais se centravam em “grupos intolerantes e deturpadores da informação”.

O presidente do banco também afirma que os ataques têm “enfoque na censura” e diz que isso não era visto “desde a ditadura”.

As críticas já não se centram, como se viu nas redes sociais, só na ação de alguns grupos intolerantes e deturpadores da informação, que desqualificavam a exposição. Os ataques têm enfoque na censura — ‘como não se via desde a ditadura’”, diz o comunicado.

Sobre o fato de o banco ter apoiado a exposição, Sergio Rial afirma que eram temas contemporâneos e atuais.

Além disso, o presidente do banco afirma que o Santander respeita “de forma incondicional a comunidade LGBT, os artistas, como qualquer outra comunidade que possa se sentir desrespeitada, como muitos grupos religiosos”.
Comunicado interno do Santander.
As obras que foram exibidas na exposição foram consideradas ofensivas, pornográficas, pois retratavam órgãos sexuais, zoofilia e vilipêndio a objetos de culto religioso.

O banco chegou a disponibilizar R$ 800 mil de verba pública através da renúncia fiscal para apoiar a exposição que deveria receber visitas de escolas.

Por Revival Times
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