Em apoio a Israel, Estados Unidos saem da Unesco

quinta-feira, outubro 12, 2017
Governo Trump cumpre promessas de campanha
A porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, fala durante um briefing no Departamento de Estado em Washington, quarta-feira, 9 de agosto de 2017. (AP Photo / Alex Brandon)
Os Estados Unidos fizeram um anúncio que pode mudar a relação do país mais poderoso do mundo com as Nações Unidas. Nesta quinta-feira (12), o governo Trump cumpriu uma de suas promessas de campanha e defendeu Israel a ponto de abandonar a Unesco, a agência de educação e cultura das Nações Unidas.

A organização, que possui 190 membros, há anos adota sistematicamente uma postura anti-Israel em suas decisões. Desde 2011 os EUA não contribuíam mais financeiramente com a Unesco como protesto após a agência conceder aos palestinos o status de membros plenos.

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Oficialmente, a saída da UNESCO só vale a partir de 31 de dezembro de 2018. Em comunicado, o Departamento de Estado americano disse: “A decisão não foi fácil e reflete as preocupações dos EUA com crescentes contas atrasadas na Unesco, a necessidade de reformas fundamentais na organização e o contínuo viés anti-Israel”.

Sede da UNESCO em Paris, 14 de outubro de 2016. (AP Photo / Christophe Ena)
A intenção dos EUA é de”continuar engajados como Estado observador não membro”. A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, acredita que a decisão dos EUA representa uma “derrota para o multilateralismo e para a família ONU”.

A decisão americana de abandonar a agência faz parte dos cortes orçamentários no Departamento de Estado. Esta não é a primeira vez que os Estados Unidos deixam a organização. Durante o governo de Ronald Regan, o país rompeu os laços com a Unesco, mas acabaram retomando com George W. Bush.

Dominada por representantes de países islâmicos, a Unesco vem tomando decisões antissemitas, negando a ligação histórica (e bíblica) de Jerusalém com Israel e declarou que lugares históricos como as tumbas de Abraão em Hebron eram patrimônio dos palestinos.

Em todas elas o Brasil votou com os países islâmicos contra Israel.

Por Jarbas Aragão com informações Reuters e Times of Israel

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