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Por que “professores” que ofendem alunos apoiadores do Bolsonaro são contra o Escola Sem Partido?

O que ocorre nos segredos de sala aula só os alunos e professores sabem. Quando um vídeo de um professor virulento vem à tona a sociedade se escandaliza. Os pais imaginam “será que isso ocorre na escola do meu filho?”, os alunos torcem para não terem um professor desses.


O primeiro passo é não generalizar. Professores que esperneiam contra Jair Bolsonaro intimidando alunos e alunas – nestes casos as feministas não se manifestam – não são a maioria, mas também não são poucos. No entanto, como um ocupante de uma profissão tão nobre chega a tal ponto? A relação professor-aluno não deveria ser algo respeitoso, com carinho? Há uma razão histórica e cultural para isso.

Vejam esses exemplos:
PROFESSOR OFENDE ALUNOS EM SALA DE AULA! LIBERDADE DE EXPRESSÃO? DEMOCRACIA?
Cenas bizarras como essa ocorriam na Alemanha nazista de 1930', onde os judeus eram demonizados em sala de aula e meios de comunicação e depois, para quem estudou história, viu o que ocorreu nos campos de concentração.
Se possível envie nos comentários a escola, o professor e a cidade deste ocorrido, bem como o de outro vídeo em que um animal - não consigo conceber que seja professor - dá um esporro numa menina que tinha uma camisa do Bolsonaro. Obrigado.
Publicado por Eduardo Bolsonaro em Quarta-feira, 25 de abril de 2018

Após a contrarrevolução de 1964 quando os militares impediram que comunistas chegassem ao poder no Brasil através das armas, como ocorreu na Rússia em 1917, China em 1949 e Cuba 1959, a esquerda resolveu mudar de estratégia. Uma esquerda violenta seguia com grupos armados a guerrilha urbana e rural acreditando na tomada do poder através das armas, uma linha marxista leninista. Outra parte da esquerda passou a seguir os ensinamentos do filósofo Antonio Gramsci que nos anos 1930 defendia que os valores socialistas, comunistas e marxistas poderiam até viger através da tomada de poder pelas armas, mas não duraria muito tempo pois milênios de cultura de valores judaico-cristãos e filosofia greco-romana não seriam rompidos tão facilmente. Assim, Gramsci pregava que seria necessária primeiro a revolução cultural, romper com valores familiares, destruir as religiões, controlar os meios de comunicação, só o Estado poderia dizer o que era certo e o que era errado e tudo dominar.


Uma vez feita a revolução cultural o poder político viria naturalmente, sem a necessidade de guerras ou guerrilhas. Sem ver a sociedade já estaria mergulhada no comunismo, dependente do Estado e apoiando o sistema que coletiviza a propriedade privada alheia. No Brasil essa ideia foi ecoada pelo pedagogo Paulo Freire. Sim, o atual patrono da educação brasileira. Além de livros com péssima didática.




Estava asfaltado o caminho para que militantes travestidos de professores invadissem o sistema de ensino e passassem a doutrinar nossas crianças e adolescentes. O que interessava não era mais saber matemática, português, física, química, biologia e sim ter “senso crítico”. Sem o menor pudor de doutrinar, pois para eles os fins justificam os meios, o tal “senso crítico” é gritar fora Alca, fora FMI, fora FHC, fora Temer, fora PEC 241, virar black bloc ou, a mais recente moda deles, gritar contra Bolsonaro. Não interessa se a “pátria educadora” passa vexame todos os anos na prova internacional do PISA, o importante é ter “senso crítico”. Logo, os doutrinadores enxergam que é melhor um aluno tirar zero numa prova do que apoiar Bolsonaro, pois este seria um ato de ausência de senso crítico segundo a ótica deles.

Neste cenário vem o projeto idealizado por Miguel Nagib e proposto pela primeira vez no legislativo pelo Vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro: o escola sem partido. O projeto nada mais é do que fixar um cartaz na porta das salas de aula contendo seis deveres dos professores. Deveres estes que já existem na constituição e em tratados internacionais assinados pelo Brasil, nenhuma nova obrigação ou direito está sendo criado..
Eduardo Bolsonaro é advogado formado pela UFRJ, Policial Federal e Deputado Federal por São Paulo.
O objetivo é constranger o militante travestido de professor e estimular os alunos a reportar as seus pais, coordenadores, inspetores ou autoridades sobre eventuais abusos. Para barrar essa proposta a esquerda esperneia, diz se tratar de uma lei da mordaça, quando na verdade é exatamente o oposto! O escola sem partido quer é que haja debate em sala de aula, que exista pluralidade de ideias e não só o monopólio da corrente doutrinária que o “professor” mais goste. Simples assim, mas é tudo que a esquerda mais teme, pois é o primeiro passo para destruir o castelo de cartas gramsciano e libertar os alunos. Como expressa a Bíblia em João 8:32: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”!