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Depois da eleição de outubro, o PT estará reduzido a partido nanico

A companheirada agora exige que Lula seja autorizado a trocar a cela pelo palanque, e as conversas com carcereiros por debates eleitorais

O Brasil dos condenados à perpétua impunidade deixará de existir (Adriano Machado/Reuters)
Em 2012, o julgamento do Mensalão mostrou que o PT se havia transformado numa organização criminosa. Desde 2015, a Operação Lava Jato vem acumulando descobertas que escancaram a façanha inverossímil: o partido que virou bando conseguiu montar o maior esquema corrupto de todos os tempos. Não é pouca coisa, mas a seita que tem em Lula seu único deus não pode parar.



No momento, o PT faz o diabo para forçar a Justiça a engolir a candidatura presidencial de um corrupto e lavador de dinheiro condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão.

Mais: a companheirada também exige que Lula seja autorizado a trocar a cela pelo palanque, e as conversas com carcereiros por debates e entrevistas.

Para alívio do Brasil que presta, essa versão degenerada da Ópera dos Malandros sairá de cena daqui a dois meses. Depois da eleição de outubro, o PT estará reduzido a partido nanico. E Lula será apenas o mais conhecido integrante da população carcerária.

Será também a prova mais eloquente de que o Brasil dos condenados à perpétua impunidade deixou de existir.


Por Augusto Nunes | Veja

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