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Hungria vai acabar com cursos acadêmicos que ensinam ideologia de gênero

A Hungria deve acabar com os cursos acadêmicos de “Estudos de Gênero” no país, informam agências de notícias locais. O governo do conservador Viktor Orbán alegou em comunicado que “não há razões econômicas para estudos como esses, e temos motivos para supor que não foram criados como uma resposta às necessidades do mercado de trabalho, tampouco para proporcionar aos estudantes habilidades que possam prepará-los diretamente para a vida profissional”.


Outra razão elencada pelo governo para justificar o fechamento dos cursos é baixo número de alunos matriculados: apenas 13 nas duas instituições que oferecem esse tipo de graduação. Uma delas, aliás, é a Eötvös Loránd, de Budapest, fundada por ninguém menos que George Soros, o multimilionário que patrocina iniciativas relacionadas à ideologia de gênero e aborto no mundo todo.


Embora oficialmente o embasamento para a decisão tenha caráter econômico, é sabido que o próprio Viktor Orbán já criticou por várias vezes esses estudos chamando-os de “pseudociência”, já que ignoram completame estudos nos campos da biologia e neurociências que apontam as muitas diferenças naturais e evolutivas entre homens e mulheres, partindo do princípio de que “gênero” é mera construção social. Na prática, assim como ocorre no Brasil, esses cursos servem mesmo é para formação de militantes.


Hungria

Não é a primeira medida do atual governo húngaro adotada com o objetivo de combater ameaças à instituição familiar. Junto da Polônia, a Hungria tem liderado a resistência contra os modismos moralmente liberais impostos pela União Europeia.

Por Jônatas Dias Lima

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