Slideshow

Breaking News

“Tô vivo por uma obra de Deus”, diz Jair Bolsonaro

Filho diz que orou com pastores no momento em que soube do atentado

Jair Bolsonaro no hospital. (Foto: Reprodução / Youtube)
O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, concedeu sua primeira entrevista após o atendado que sofreu em 6 de setembro, durante comício em Juiz de Fora (MG).


Falando com o jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan, na noite deste segunda-feira (24), o capitão respondeu a perguntas sobre uma variedade de temas. Na parte inicial, explicou que não culpa a Polícia Federal pelo fato de ter sido esfaqueado. Vários policiais acompanhavam o candidato, seguindo a lei eleitoral. Também disse não acreditar que o agressor, Adélio Bispo, tenha agido sozinho.


Respondendo a questões sobre economia, reiterou que seus modelos são Japão, Coreia do Sul e Israel. Para Bolsonaro, o Brasil tem um grande potencial não explorado e que a mudança deveria começar pelo fim das regalias, venda ou fechamento de “estatais ociosas”. Voltou a dizer que não fará o jogo político de “vale tudo” para governar.

Em vários momentos, o político falou sobre sua convicção que poderia não ter sobrevivido se não fosse pela intervenção divina. “Tô vivo por uma obra de Deus”, garantiu, dizendo que os médicos viam o tipo de corte que ele sofreu como fatal. Durante a conversa, usou o termo “milagre” mais de uma vez para falar sobre sua situação de saúde.

Ao seu lado, o filho Flávio Bolsonaro, deputado estadual no Rio de Janeiro, testemunhou que soube que o pai tinha sido esfaqueado através de um repórter. O político estava na Assembleia Legislativa e dirigiu-se ao gabinete de outro deputado, evangélico como ele.

Chegando ao local, havia cerca de 15 pastores e todos eles intercederam pela vida de Jair, o que lhe deu muita tranquilidade de que o pai não morreria. Flávio também acredita que Deus agiu em favor de Jair.

No final da entrevista, o presidenciável do PSL reiterou que não prega a divisão das pessoas, nem ataca mulheres, gays e negros. Em um discurso conciliador, foi sincero ao dizer que talvez não fosse o ideal, mas que era “o melhor entre os candidatos” que se apresentaram este ano.

Assista!

Nenhum comentário