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Após rejeição subir 11 pontos em 5 dias, Haddad culpa PSDB e ‘fascimo entre elites’

Imagem: Reprodução
O candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, atribuiu nesta terça-feira (2) o aumento da rejeição ao seu nome nas pesquisas de intenção de votos aos ataques do PSDB, e ao que ele classificou como “fortalecimento do fascismo” entre a elite brasileira.

“Temos sofrido muito ataque do PSDB, mas isso não está favorecendo o PSDB, está favorecendo o fascismo. Todo ataque nesse contexto, alimentar o ódio é alimentar o fascismo. Quanto mais a gente alimentar o ódio, mais o fascismo vai crescer. Isso aconteceu na Alemanha e na Itália, em todo lugar. Parte expressiva da elite brasileira abandonou a social democracia para o fascismo”, disse o petista.


Enquanto os demais candidatos mantiveram seus índices de rejeição estáveis, o presidenciável Fernando Haddad (PT) viu sua rejeição crescer 11 pontos percentuais em cinco dias, em comparação ao último levantamento divulgado pelo Ibope.

Haddad cumpre agenda nesta manhã no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos, da Fiocruz, no Rio de Janeiro, ao lado de nomes como Benedita da Silva (candidata a deputada federal pelo PT), Jandira Feghali (candidata a deputada federal pelo PCdoB) e Márcia Tiburi (candidata ao governo do rio pelo PT).


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